2014, o que falar sobre esse ano que nem acabou, mas que já considero pacas?
Ainda se vão dois doze avos de você, mas já me sinto na obrigação de agradecer. Por isso, proponho aqui alguns brindes...
Ao orgulho de alcançar algumas conquistas com méritos próprios. E à gratidão por toda ajuda, apoio e torcida.
Ao amor de um tamanho que eu ainda não conhecia. Ao sentimento maravilhoso de sentir-se completa em outra pessoa.
Ao frio na barriga de trocar o certo pelo não tão certo e aos poucos perceber que toda decisão tem um toque maior do universo, proporcional ao tamanho da nossa fé.
À felicidade de ter amigos que, perto ou longe, provam dia após dia que a amizade é uma das poucas coisas que valem árduas lutas contra a rotina.
À idade que traz consigo um entendimento cada vez maior do valor inestimável que a família tem na nossa existência.
E, finalmente, ao prazer de saber que apesar dos problemas cada vez mais latentes, o importante continua sendo aquilo que importa: o bem. Saber que para cada discurso de ódio, preconceito e individualismo sempre existirá um olhar para o bem-estar coletivo, um voluntário dedicado, um bom dia generoso e um ato de gentileza.
Obrigada 2014!
E um brinde à 2015 que vai ter que rebolar pra te superar!
5 de novembro de 2014
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