6 de maio de 2008

Ética e Moral

Um dos trabalhos mais úteis que já fiz na vida. Assim foi escrever minha autobiografia moral, para a aula de Ética da faculdade. Não me atrevo a postá-la, por motivos óbvios. Mas queria dizer que todos deveriam fazer este exercício. Analisar sua moral e colocar no papel, para ver qualéqueé. É interessante e eu garanto que você vai começar a escrever e quando perceber vai ter “vomitado” sua vida inteira de um jeito que nunca achou que faria. Vale a pena!




Abaixo a montagem de fotos que fiz para minha autobio e um pedacinho publicável do texto que escrevi.

“Sou decidida. Não gosto de enrolação. Não sou paciente, não gosto de pessoas prolixas e me irrita a ignorância desnecessária. Sou prática e objetiva, vou lá e resolvo. Reclamar não é comigo, pois sei que não leva a lugar nenhum. Às vezes, com tanta praticidade acabo metendo os pés pelas mãos...”


The 20’s

Fazer 20 anos é estranho... é legal, mas é estranho. Piora quando você faz 20 anos e continua com cara de 15, o que te faz ter que responder pelo menos 50 vezes ao dia qual a sua idade e comprovar na entrada de todos os lugares. Além, é claro, de ter que agüentar as piadas das pessoas que te rodeiam e que gostariam de ter a sua idade, mas não podem.

O fato é que aniversários em geral me fazem pensar. Eu fico pensando se com 20 anos já fiz muito ou fiz pouco. Se já estou longe ou se estou atrasada! Por que não tirei carta ainda? Por que não fui estudar fora do país? Eu devia querer um carro? Aliás, deveria ganhar para ter um??? Isso quando não começo a divagar sobre o presente, bem no estilo “quem sou e onde estou? é aqui mesmo que quero ficar?”

Algo me diz que quando fizer 21 vou me fazer novamente todas estas perguntas. E quando fizer 25 então?! Já deveria ter casado? Preciso ter um filho logo? Por que não tenho um apartamento? Vixe, estas perguntas que não querem calar...

P.S.: não costumo ser saudosista, mas ando com saudade do meu trenzinho da Estrela, de quando meu pai apertava minhas bochechas cheias de ar pra fazer barulho e dos bolinhos de batata que minha mãe, sabe-se lá porque, nunca mais fez... era bom! :o)